Lei Paulo Gustavo - LPG Governo do RN

Foto de Mainá Santana dos Santos

Mainá Santana é artista da dança, atriz, escritora, psicóloga e especialista em Arte-Educação.
É Psicóloga pela Universidade Federal de São Carlos (2010), especialista em Arte-Educação pela Universidade de São Paulo (2013) e formada em balé clássico na Escola de Bailados Municipal de Santos (2004). É mestranda em Artes Cênicas na UFRN (2026).

Artista independente, foi colaboradora da Jorge Garcia Companhia de Dança, intérprete na Cia Carne Agonizante, sob direção de Sandro Borelli (de 2015 à 2018) e residente no Centro de Referência da Dança (CRD-SP). Foi indicada ao APCA na categoria interpretação (2017) e premiada com o Prêmio Denilto Gomes (2017), com o trabalho "Não te Abandono Mais, Morro contigo" (Cia Carne Agonizante), e elenco dos trabalhos indicados ao APCA, na categoria Melhor Espetáculo/Não Estreia, "Metamorfose" (Cia Carne Agonizante, 2018) e "Plano Sequencia/Take 2" (Jorge Garcia Cia de Dança, 2019), o último, premiado. Participou do Projeto de Pesquisa Haikais Coreográficos, vinculado ao grupo de estudos do pós-doutorado de Gisela Dória (ECA- USP), de julho de 2017 a agosto de 2018.

Foi parecerista de editais no Brasil como Proac, Lei Paulo Gustavo e premiações de crítica, além de comissão julgadora em festivais de arte.

Residente em Natal-RN, tem grande interesse na pesquisa e na produção artistica de subjetividades negras. Do ponto de vista da criação, navega por águas interdisciplinares, alinhavando experimentações em dança, teatro, literatura e videoarte. Foi contemplada com diversos editais estaduais e municipais, trançando parcerias em nível nacional e internacional.

Como produções mais recentes, assina a direção de movimento da peça "Aquilo que nos Olha" (2025, dir. Heloisa Sousa) e participa como artista-pesquisadora do intercâmbio PUC-Chile/Brasil, na pesquisa "O figurino e o gesto na criação cênica" (2025, dir. Heloisa Sousa e David Atencio). Atualmente, dirige a pesquisa interdisciplinar "Portas para Escapar do Abismo", uma co-produção Brasil-Chile, sobre luto feminino, negritudes, intergeracionalidade e território.

Atua como mediadora de conversas, e partilha seus conhecimentos em aulas, oficinas e preparações corporais para a cena, trabalhando também como criadora e diretora de movimento. Como escritora, ministra palestras e produz escritos críticos em dança, com foco nas presenças negras em cena. É escritora permanente na revista online Arquivos de Okan, da matrigestora Deise de Brito, atuando como editora da sessão dedicada a escrita crítica sobre trabalhos de pessoas negras, escritas por pessoas negras, o TrajetosApreciativos.

Município de atuação:
Natal/RN